domingo, 1 de novembro de 2009
Paródia de Provérbio
Paródia: Branca de Neve
No seu primeiro dia de aula, Branco de Neve fez amizade com as seis Gigantes: Mestre, Zangada, Soneca, Dunga, Dengosa e Feliz. Todos faziam as atividades do GestarII de Língua Portuguesa alegremente, quando de repente alguém bateu na porta e entrou. Era um velhinho oferencendo um livro ao belo moço. Dunga logo perguntou se o presente era de comer, a Zangada chamou-lhe atenção, a Feliz sorriu, a Dengosa exclamou:
- Que belo!, a Soneca bocejou e o Mestre falou:
- Este é um belo presente pequeno moço, use-o e será um perfeito professor.
Branco de Neve abriu o livro e começou a ler. Logo todos estavam envolvidos pela leitura. As seis Gigantes saíram da sala e foram para escola cantando.
Eu vou, eu vou, pra escola agora eu vou, para lecionar, com o GestarII eu vou, eu vou, eu vou.
Assim Branco de Neve aprendeu com as seis Gigantes e com o curso GestarII novas alternativas para sua prática pedagógica e lecionaram felizes para o momento.
Professores cursistas: Eliane Aparecida da Luz Petter e Cláudio Francisco dos Santos.
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NEGRINHA DA BEIJA FLOR E OS SETE ALBINOS
Era uma linda garota, a qual fora apelidada por sua mãe de Negrinha da Beija Flor devido a sua etnia e por ser uma excelente sambista também.
Negrinha da Beija Flor era uma adolescente feliz, pois adorava a cor da sua pele, tinha orgulho da sua origem e de saber sambar melhor que a musa Globeleza.
Aos quinze anos, Negrinha da Beija Flor perdeu precocemente sua mãe em um acidente automobilístico, e após dois meses seu pai casou-se com Regina, uma linda mulata sambista da escola de samba Beija flor e passou a tornar a vida da enteada insuportável, pois nutria uma enorme inveja da menina que passou a ser admirada por todos os integrantes da escola, pois como já disse, era uma exímia sambista.
Regina era amiga do cantor Neguinho da Beija Flor e constantemente o importunava com perguntas como: Quem é a mais bonita, eu ou minha enteada? Quem samba melhor, eu ou a Negrinha da Beija Flor? Cansado o amigo respondeu:
- Regina você é linda e samba bem, mas sinto informar-lhe que Negrinha da Beija Flor é a melhor sambista de todas as escolas de samba do Rio de Janeiro.
A madrasta era dissimulada, e logo deu um jeitinho de livrar-se da enteada. Disse ao pai da garota que ele deveria escolher ou ela ou a filha, pois não agüentava mais ser humilhada pela menina que dizia a todos que ela era um fiasco no samba e que precisava ter aulas com o coreógrafo Carlinhos de Jesus e que jamais seria escolhida como rainha da bateria da escola de samba Beija flor.
O pai de Negrinha da Beija flor era apaixonado pela mulata e temendo perdê-la, mandou a filha morar na casa da tia materna que morava numa cidade catarinense colonizada por alemães chamada Blumenau.
A tia ficou feliz com a chegada da sobrinha e no dia seguinte a matriculou num colégio bem perto de sua casa.
No primeiro dia de aula, Negrinha da Beija Flor foi apresentada aos colegas da sala pela professora Yoko Massuda, uma encantadora professora japonesa que lecionava a disciplina de Matemática. Todos a receberam muito bem para a surpresa da garota que constantemente sofria preconceito devido a sua raça.
A garota adorou todos os seus novos colegas, mas o que mais chamou sua atenção foram os sete alunos albinos que estudavam na mesma escola, eles eram tão brancos que mais pareciam a própria branca de neve, porém seus cabelos pareciam bolas de algodão de tão brancos que eram . Os sete garotos eram primos e todos trabalhavam durante o dia nas indústrias têxteis da cidade e à noite estudavam na mesma escola que Negrinha, porém ao contrário da garota não sofriam nehum tipo de preconceito.
Fernando, um dos garotos albino, não demorou muito a apaixonar-se pela garota, e um dia ao presenciá-la sambando durante uma apresentação cultural do colégio, perdeu a timidez e resolveu declarar seu amor.
Negrinha da Beija Flor correspondeu à paixão de Fernando, iniciando assim o namoro.
Há dois meses atrás, os jovens casaram-se e ao que tudo indica serão felizes para sempre, pois são desprovidos de preconceito, da inveja e da intolerância, componentes estes que geram a infelicidade humana.
Professora curista: Maria Inês Pacheco.
Minha experiência com livros
A primeira foi: Minha experiência com livros. AAA1, p. 56.
Meu maior incentivador
Pertenço a uma família onde meus pais não tiveram oportunidades aos estudos. Meu pai nem sequer teve acesso a livros porque naquela época o estudo não era para todos e livros era artigo de luxo e exclusivo para os que tinham poder aquisitivo alto. Apesar desta dificuldade nada o impediu de desenvolver o gosto pela leitura lia o que podia artigos descartados pelos intelectuais da época, panfletos, jornais jogados na rua. Esforçava-se de qualquer forma.. O tempo passou e lhe oportunizou o acesso aos mais diversos informativos. Tornou-se um grande leitor de livros, revistas, jornais, Bíblia (leu por mais de dez vezes), etc. Já com oitenta e quatro anos lia sem auxílio de óculos e discutia sobre todo e qualquer assunto porque tinha conhecimento através da leitura
Ao contemplar meu pai rodeado por livros e sempre nos incentivando à leitura, criei o hábito pela leitura. Por muitas vezes nos convidava ler a Bíblia. A revista da escola dominical ele lia durante toda a semana e nós o acompanhávamos lendo as nossas também. Livro infantil nos presenteava. Um verdadeiro exemplo de leitor.
Enfim, por um ser excelente leitor fazia uso de expressões que nos dizia constantemente “A leitura enriquece a mente e descansa o corpo”. “Leia um bom livro para obter conhecimento”. Portanto meu pai meu maior incentivador.
Professora cursista: Zilda dos Santos Lira.
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Mania de querer mais!
Desde que eu era pequena os livros eram presentes em minha casa.
Nos meus brinquedos espalhados ele estava incluído.
Minha família é composta por praticamente mulheres e todas professoras, os livros sempre foram escolhidos como presentes. Minha tia Mariquinha, alfabetizadora, em épocas especiais sempre me presenteava com livros. Vivia folheando e tentando contar as histórias através das figuras, isto claro antes de ser alfabetizadora.
Em seguida comecei a decifrar palavras. A cada dia mais me encantava com os livros. Fui pegando intimidade com eles. Alimentava minha imaginação.
Habilitei-me a consultá-los; quanto mais lia, mais respostas eles me davam.
(Fanny Abramovich)
Professora cursista: Sueli Couto Fernandes.
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O maior contato com livros foi no curso de Letras, a partir daí tomei gosto pela leitura. Hoje a leitura é algo que me completa, é a maneira que tenho para fugir da realidade e dar asas a minha imaginação.
Professora cursista: Eliane Aparecida da Luz Petter.
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MINHA EXPERIÊNCIA COM LIVROS
Posso dizer que minha experiência com livros aconteceu de forma marcante no início de minha adolescência, por volta dos 11 ou 12 anos de idade.
Como muitas garotas, comecei a ler as revistas Contigo, por causa dos artistas, atores e cantores que me fascinavam.
Na mesma banca que eu comprava as revistas, vendia-se também aqueles famosos romances “água com açúcar” Júlia, Bianca, Sabrina, livros estes que passaram a fazer parte da minha leitura até o fim do meu Ensino Fundamental aos 15 anos.
Todo dinheiro que ganhava dos meus pais usava para comprar estes romances.
Enquanto lia, não via o tempo passar. Minha mãe às vezes brigava, pois como a família era grande ela necessitava da minha ajuda nos afazeres diários e sempre dizia:
▬ Essa menina só quer saber de ler, se deixar... lê o dia inteiro.
Quando voltava da escola, tratava de fazer rápido todo o serviço destinado a mim, depois me trancava no quarto para ler e sempre ficava revoltada com o tempo, pois este passava rápido demais e quando tomava consciência dele, era porque via o anoitecer através das janelas do meu quarto ou pela voz de minha mãe que me chamava para jantar.
Esse tempo que destinava a leitura era mágico e fascinante, pois me transpunha para dentro do romance, e como uma menina romântica que era, me imaginava no lugar da personagem principal.
Hoje duas décadas depois, tenho absoluta certeza de duas coisas: Se minhas professoras de Língua Portuguesa tivessem me indicado livros de literatura, meu tempo destinado à eitura teria sido mais proveitoso; Meu gosto pela leitura nasceu com a leitura de romances “chinfrins” como os citados acima.
De qualquer forma, tenho consciência que foi através deste tipo de livro que tomei gosto pela leitura, fundamental para a formação de cidadãos críticos, conscientes e participativos.
Professora cursista: Maria Inês Pacheco.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
** Parabéns, Professor(a)!!! **
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Obra de arte - TP2
Tema: Escola/GestarII.
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Poema - AAA2
Tema delimitado: Professor do Gestar II.
Formadora: Elo.
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Sou a prô
do Gestar II
ou melhor cursista sou
quem é a PROGESTAR
é a ELÔ
SOU A PRÔ?
PRÔ EU SOU!
PRÔ GESTAR?
NÃO SOU.
SOU CURSISTA
CURSISTA SOU
CURSO GESTAR
NESSE EU VOU.
Sexto Momento
As nossas aulas trazem reflexões proveitosas para as dificuldades do nosso dia-a-dia dentro da escola e até da nossa vida! E essa troca de experiência faz com que cresçamos mais e mais como profissional e pessoa!
Então, depois desta análise (profunda hehehe) vamos para o relato do nosso sexto momento.
1- Apresentação das atividades solicitadas na aula passada:
* Poema: Professor do GestarII
Um pouco de mim...
(A descrição das atividades e do resultado você terá nas próximas postagens)
Como eles foram criativos...
E... para finalizar, assistimos ao vídeo: Envelhecendo em um minuto!
Reflexão dos filmes
O Carteiro e o Poeta
A vida do professor pode ser fonte de inspiração ou desmotivação para o aluno.
Narradores de Javé
O filme nos ensina que entre a língua escrita e a falada existem diferenças marcantes e que a língua escrita é a que tem mais força, pois, desde que se registrou algo, este algo passa ser um documento.
Tendo como referência o filme percebo claramente a necessidade de registrar os fatos acontecidos, porque talvez no futuro precisemos comprovar alguns deles, ou quem sabe estes registros poderão servir para nos defender de algo.
A linguagem é a forma mais fácil de identificação de uma pessoa, pois através dela demonstramos nossos conhecimentos, nossa instrução, nossos sentimentos, nossas intenções etc. Através da linguagem demonstramos quem somos.
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O carteiro e o poeta
Mário consegue um emprego de carteiro que lhe oportuniza o interesse pela poesia a partir da leitura de um livro do poeta Pablo Neruda onde os dois tornam-se grandes amigos. O poeta observa o interesse do carteiro pelos poemas e resolve orientá-lo de uma forma bem diferente. Pablo pacientemente o leva para um local onde é possível construir poesia de uma forma muito natural. Ambiente propício para inspiração.
Neruda faz o papel de um educador pelo fato de acompanhá-lo de maneira precisa sempre dando espaço para construção poética.
Enfim, o poeta nos ensina que uma pedra pode ser lapidada basta que tenhamos paciência, esperança e amor. Com isso, ao partir, retornou depois de alguns dias para conferir os resultados alcançados com aquele trabalho realizado pelo antigo carteiro que agora se tornara um grande poeta como seu idealizador.
Narradores de Javé
Todos os acontecimentos são apresentados de forma muito original, trazendo numa posição marcante a devoção religiosa, suas crenças e seus costumes.
Na linguagem são comuns expressões típicas daquela região que faz uso de provérbios que auxiliam no desenvolvimento dos diálogos.
A comunicação por meio de versos se destaca. Os personagens fazem uso do recurso para maior compreensão.
Segundo o filme a língua escrita é de suma importância porque documenta, registra as informações existentes, servindo assim de documentos.
Sendo assim, podemos associar o filme “Narradores de Javé” e o caderno TP1 que trabalha o texto e as variantes da língua como decorrentes da relação entre linguagem e cultura.
Afinal, a língua é a identidade, seja ela de forma oral ou escrita. É possível através da oralidade identificar uma pessoa quanto ao seu grau de instrução; região que mora; faixa etária; grupo social e/ ou profissional; gênero.
Professora cursista: Zilda Lira.
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TEXTO REFLEXIVO SOBRE O FIlME “NARRADORES DE JAVÉ”
A língua falada é diferente da língua escrita, pois a escrita nos dá condições de escolher bem as palavras, de corrigir o texto e melhorá-lo até que consiga transmitir exatamente que se deseja, ficando desta forma, registrado a longo prazo todas as informações daquilo que se pretende transmitir, enquanto que a língua falada morre no momento em que a pronunciamos e somente pode ser recapturada se mantida na memória falha do ouvinte.
No filme Narradores de Javé, conseguimos perceber com clareza essa diferença e o poder que a língua escrita tem de se fazer manter viva a história de uma cidade, no caso Javé, que apenas passou a ser conhecida a partir da sua extinção, com o registro que foi feito a partir de então, pois nada havia sido registrado sobre ela.
As marcas regionais são claramente visíveis através das expressões faladas pelos moradores daquele lugar e embora não se fale o estado onde se localizava este povoado conseguimos perceber que se trata da região nordeste.
Sendo o personagem Antônio Biá, o único morador desta cidade que conseguia fluentemente fazer uso da escrita, sabia que mesmo que as histórias de seus moradores fossem registradas, ninguém daria crédito a elas, pois cada qual contava de uma forma diferente que intrigava até mesmo o escritor que não acreditava nelas.
No Vale do Javé a língua falada tinha mais importância que a escrita, pois era através dela que os acontecimentos eram passados para as novas gerações uma vez que, quase todos os seus moradores eram analfabetos.
Tanto a língua escrita quanto a falada é a identidade do seu povo, pois é através dela, que se consegue expressar ou identificar a cultura deste povo, mas é a escrita que tem maior valor, pois se pode deixar registrado na história ao longo dos anos para que outras pessoas venham através da sua leitura ter o conhecimento desta cultura e deste povo.
TEXTO REFLEXIVO SOBR O FILME “O CARTEIRO E O POETA”
Assistindo ao filme O carteiro e o Poeta, posso dizer que o que mais chamou atenção foi o papel da poesia como interferência a política repressora da época no Chile, uma vez que o poeta foi exilado, pois sua poesia era de engajamento pela causa socialista e a mudança de consciência do carteiro no modo de ver o mundo.
No filme, o personagem Pablo Neruda fez o que a grande maioria dos professores não faz e muitas vezes, não tem consciência de que está em suas mãos a mudança de comportamento e atitudes de seus alunos perante a sociedade, quando estes realmente são despertados para tomada de consciência perante assuntos extremamente importantes para o seu desenvolvimento humano e para a construção de uma sociedade mais justa e preocupada com seus cidadãos.
Pode-se perfeitamente comparar a ação do poeta a de um educador, quando este educador passa a conhecer a realidade na qual estão inseridos seus alunos e ajudá-los na busca de soluções para a resolução dos problemas encontrados ou que despertem neles essa tomada de consciência para que haja mudança dentro da sua realidade social.
A maior lição que o poeta nos passa é da responsabilidade que devemos ter com aqueles que buscam no aprendizado, na literatura, uma mudança de comportamento. E sendo nós, educadores, tempo necessário para que possamos gastar com nossos alunos, tendo em mente que para a grande maioria, seremos os únicos a dispensar a eles, tempo necessário para uma reflexão a respeito de valores, da importância do conhecimento de seus diretos e deveres e da tomada de consciência de inúmeros outros temas necessários para o desenvolvimento de um mundo melhor.
Professora cursista: Maria Inês Pacheco.
Relatório Avançando na Prática TP1
Relatório do Avançando na Prática TP1 p. 65
Toda a sala participou do questionamento sobre as opiniões do narrador e ao mesmo tempo dando suas opiniões.
Foram percebendo que a teoria dos lados do Menino Maluquinho, e com a mesma idéia se apresenta no outro texto sobre o divórcio. Que as principais diferenças entre os textos eram: um, conta uma história e o outro expõe idéias. Um é ficção (invenção), o outro está ligado a realidade.
Outro fato que perceberam que este texto não foi escrito para adultos.
Mostrei a eles que a organização deles é fundamental, porque pretende ir encaminhando o raciocínio do leitor, através da seqüência de dados. Quanto ao assunto, mesmo entre crianças que vivem o problema da separação, é possível estabelecer uma discussão saudável sobre a questão do divórcio, e devido a reação deles e a necessidade, deixei-os que dessem depoimentos pessoais, pois o assunto foi polêmico e possível para se fazer um debate.
Notei que alunos que durante a apresentação do texto anterior não se manifestaram, nesse quiseram e contribuíram muito no debate.
Deram opiniões com seus porquês, contra e a favor do divórcio, expuseram suas vivências.
Foi sensacional. Houve participação da sala em geral.
Agora já estão preparados para uma produção textual com o tema “Divórcio”.
Professora cursita : Maria Inês Pacheco.
Relatório Avançando na Prática TP1
Quinto Momento
(Os relatórios estarão nas próximas postagens)
(Os textos estarão nas próximas postagens)
Trabalhamos duas atividades nesta aula:
* Criando poema: p. 71 AAA2.
Tema delimitado: Professor do Gestar II.
* A arte como interpretação da realidade: p.88 TP2.
A obra de arte é, portanto, uma interpretação da realidade feita pelo criador. Então, escolha uma cena/tema de sua realidade e passe-a para o papel!
Temas delimitados: Escola/GestarII;
Você/Sua vida.
(O resultado estará nas próximas postagens)
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Quarto Momento
O Grupo!
Diretora da Unidade Escolar, Professores cursistas e
Formadora de Língua Portuguesa.
Professora de Informática e o nosso grupo!
Este momento foi de silêncio e reflexão! Assistimos dois filmes: O carteiro e o Poeta e Narradores de Javé.






















